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Curso Presencial

LABORATÓRIO DE MONTAGEM MEDEIA

com

ERIC LENATE

De 30 de maio a 13 de setembro
Terças, Quartas e Quintas das 18h30 às 22h30

Sobre

O LABORATÓRIO DE MONTAGEM chega a sua 4º edição e trata da proposta de um vertical trabalho de investigação da arte do(a) intérprete – focado nas possibilidades físico-vocais de atores e atrizes – e de um minucioso estudo da obra dramatúrgica MEDEIA– do autor clássico grego Eurípedes – visando uma encenação experimental sob inspiração do balé “Giselle”, na versão contemporânea premiada do English National Ballet, dirigida pelo coreógrafo britânico, de origem bangladeshiana, Akram Khan.


Esse período de estudos, práticas pedagógicas e ensaios resultará cenicamente em uma montagem experimental original com um elenco de, no mínimo, 21 pessoas, como conclusão desse processo, e com uma pequena temporada de apresentações (abertura de processo) ao final do período de Vivência.



OFICINA DE APRIMORAMENTO TÉCNICO & FORMAÇÃO DO ELENCO


As atrizes e atores que formarão o corpo do elenco de MEDEIA serão escolhidos para também participar de uma oficina que será ministrada por Eric Lenate, diretor do experimento. A oficina consiste em um trabalho de aprimoramento das faculdades físico-emocionais de jovens atores e atrizes, focada em práticas de enunciação do texto teatral, denominada:


Eufonia: arquiteturas vocal-físico-emocionais do(a) intérprete


A oficina será destinada a atrizes e atores profissionais ou em período de formação, a partir de 18 anos. O tempo estimado de duração desta vivência é de 03 meses, com 03 encontros semanais com duração de 04 horas cada, mais o período que será estabelecido posteriormente para a realização da pequena temporada de apresentações (abertura de processo). Serão também oferecidas vagas-bolsas para atrizes e atores, observadores(as) e ouvintes.



ESTRUTURA DE TRABALHO


– VIVÊNCIA & ABERTURA DE PROCESSO


TEMA DA VIVÊNCIA: A fisicalidade na (i)materialidade da voz.


TEMA DA OFICINA:“Eufonia: arquiteturas vocal-físico-emocionais do(a) intérprete”. Experimentação e instrumentalização físico-vocal para jovens atrizes e atores. O trabalho de aprimoramento técnico do(a) jovem intérprete focado em suas capacidades vocais.


DESCRIÇÃO: Oficina prática sobre procedimentos físico-vocais inspirada pelos procedimentos experienciados pelo diretor Eric Lenate ao longo de sua trajetória. Seu trabalho é focado principalmente nas possibilidades expressivas e transcendentais dos(as) intérpretes com os(as) quais trabalha. Portanto, esta é uma proposta de trabalho e troca de experiências entre atrizes e atores – com ou sem larga experiência profissional – focada nas possibilidades de extração de matéria-prima artística dos(as) intérpretes por meio de suas vozes, a partir do trato com o material dramatúrgico.


REQUISITOS: Ter mais de 18 anos e disponibilidade integral para os 03 dias de encontro semanais – com a carga horária especificada – ao longo de todo período de duração da Vivência. Ter disponibilidade também para as datas e horários da abertura de processo (apresentações). Não serão consideradas pessoas que não tiverem a disponibilidade integral solicitada.


PRÉ-SELEÇÃO DOS(AS) PARTICIPANTES: Inscrições até 18/05. Enviar currículo e áudio/vídeo de interesse, gravado de maneira simples, com seu próprio celular – ou qualquer outro dispositivo –, manifestando seu interesse em participar da Vivência. O vídeo pode ser uma ferramenta de inclusão e servirá para o orientador da Vivência estudar a voz da pessoa interessada. A convocação para entrevistas presenciais será no dia 19/05


ENTREVISTAS PRESENCIAIS (AUDIÇÕES):  A ordem das entrevistas será de acordo com a ordem do envio das inscrições e áudios/vídeos de interesse. Audições presenciais acontecerão nos dias 22/05 e 24/05.


ESTRUTURA DE TRABALHO: 03 encontros presenciais semanais com duração de 04 horas cada encontro. 02 dias semanais de trabalho voltados para experimentações práticas com os atores e atrizes, conduzidas pelo diretor Eric Lenate, sob a observação de ouvintes. O outro dia voltado para o trabalho prático com o elenco a partir da obra de Medeia, sob a orientação do diretor. Serão trabalhados temas e procedimentos como:

  • Vogal e Consoante;

  • Acústica e Ressonância;

  • Fisiologia;

  • Mecânica Vocal;

  • Poética (engajamento com emoções e imagens);

  • Exercícios de “jazz”;

  • Exercícios de “devaneio”;

  • Análise e Autoanálise vocal.

  • Composição vocal;


ABERTURA DE PROCESSO (APRESENTAÇÕES):

Dias 04, 05, 06, 11, 12, 13 de setembro de 2023 (06 apresentações)

Segundas, Terças e Quartas

Local: Teatro Itália Bandeirantes

Informações

PÚBLICO-ALVO: Atrizes, atores, diretoras, diretores, dançarinas, dançarinos, performers, produtoras, produtores, técnicos(as) criadores(as), interessados(as) em geral.


ENDEREÇO: Rua Dona Germaine Buchard, 197 - Barra Funda - São Paulo 

(próximo ao metrô Barra Funda, ao lado do Parque da Água Branca)

Investimento

4x R$ 684 ou à vista R$ 2.500


- em até 4x sem juros no cartão de crédito ou em até 12x com as taxas do cartão

- à vista via pix


ERIC LENTATE

ERIC LENATE

Ator, diretor e cenógrafo. Foi formador convidado no curso de Direção e artista-orientador de Experimentos da SP Escola de Teatro entre os anos de 2013 e 2014. Iniciou suas atividades artísticas na dança aos 6 anos, optando pela formação clássica na adolescência. Aos 15 anos, entra em contato com o teatro, passando por uma extensa formação que se deu ao longo de sucessivos trabalhos e experiências com diversos grupos amadores e diretores. Já no teatro profissional em 2005, ingressou no CPT - Centro de Pesquisa Teatral do SESC, sob a direção de Antunes Filho. Foram quatro anos em contato estreito com suas práticas, em que Lenate desempenhou funções diversas: participou do Núcleo de Cenografia e atuou nas seguintes montagens do Grupo Macunaíma: “O Canto de Gregório”, de Paulo Santoro; “A Pedra do Reino”, de Ariano Suassuna e “Senhora dos Afogados”, de Nelson Rodrigues. Em 2006, com a criação de um programa novo de estudos implementado por Antunes, passou a desenvolver seu trabalho como diretor. Sua estreia profissional se deu com “O céu 5 minutos antes da tempestade”, da então também estreante, Silvia Gomez, na época integrante do Círculo de Dramaturgia do CPT. O espetáculo esteve em cartaz durante todo o ano de 2008 e foi nomeado para diversos prêmios como o Qualidade Brasil de melhor espetáculo na categoria drama. Em 2009 dá seguimento ao seu trabalho como diretor fora do CPT. Neste ano dirigiu os espetáculos “Natureza Morta”, de Mário Viana, e “Celebração”, do inglês Harold Pinter, premiado no 13º Cultura Inglesa Festival como melhor espetáculo. Em 2010, integrou o elenco do espetáculo “Sideman”, de Warren Leight, sob a direção de Zé Henrique de Paula e, em 2011 e 2012, trabalhou como ator em mais uma empreitada do Núcleo Experimental de Zé Henrique: “Casa/Kabul”, de Tony Kuschner, que mais tarde foi reencenada, passando a se chamar“No coração do mundo”. Por este trabalho, Lenate foi indicado ao prêmio Aplauso Brasil 2012 de melhor ator coadjuvante e recebeu o extinto prêmio R7 de Teatro 2012 de melhor ator. Foi diretor e cenógrafo do espetáculo “Um Verão Familiar”, de João Fábio Cabral, projeto da Cia. dos Inquietos que estreou em agosto de 2012, no SESC Belenzinho, em São Paulo. Foi diretor e cenógrafo da peça “Rabbit”, de Nina Raine, projeto da Companhia Delas de Teatro que estreou também em agosto de 2012, em São Paulo, no teatro Eva Herz. Este trabalho recebeu duas indicações ao extinto prêmio CPT 2012 (melhor trabalho apresentado em sala convencional e melhor direção). Ainda em 2012, Lenate foi indicado ao prêmio Shell na antiga categoria especial “pela força performativa de seus experimentos”. “Vestido de Noiva”, trabalho que dirigiu em 2013, esteve em cartaz no Teatro Núcleo Experimental, em São Paulo. Este espetáculo rendeu a Lenate o prêmio Aplauso Brasil 2013 de melhor arquitetura cênica. “Sit Down Drama”, espetáculo que dirigiu em 2014, estreou no Teatro SESC Anchieta em São Paulo. Por este trabalho, Lenate foi indicado ao prêmio Shell de melhor direção e recebeu o prêmio Quem de melhor espetáculo. Em 2015, funda a Sociedade Líquida, projeto-provocação responsável pelos trabalhos: “Ludwig e suas irmãs”, de Thomas Bernhard; “Mantenha fora do alcance do bebê”, de Silvia Gomez; “Fim de Partida”, de Samuel Beckett, pelo qual Lenate foi indicado ao prêmio APCA de melhor ator em 2016; “O teste de Turing”, de Paulo Santoro; e “Refluxo”, de Ângela Ribeiro, que esteve em cartaz em 2017 no Mezanino do Centro Cultural FIESP, pelo qual Ângela recebeu o prêmio Shell de melhor autora, Lenate recebeu o prêmio Shell de melhor cenário e foi indicado ao mesmo prêmio na categoria melhor direção, em São Paulo. “Refluxo”também recebeu indicações ao prêmio Arte Qualidade Brasil 2017 nas categorias de melhor espetáculo e direção, ao prêmio Aplauso Brasil 2017 na categoria de melhor direção e foi eleito pela Revista Bravo! como um dos 10 trabalhos fundamentais de 2017. Em janeiro de 2017, no Rio de Janeiro, e em março de 2018, em São Paulo, estreou “Love, Love, Love”,de Mike Bartlett, em parceria com o Grupo 3 de Teatro. Por este trabalho, Lenate foi indicado aos prêmios APTR 2017 e Shell 2017 de melhor direção, ambos no Rio de Janeiro. Este trabalho ainda foi indicado, em 2018, em SP, ao prêmio APCA de melhor espetáculo e ao prêmio Aplauso Brasil nas categorias de melhor direção e espetáculo, recebendo os prêmios nas categorias de melhor elenco (Yara de Novaes, Débora Falabella, Augusto Madeira, Alexandre Cioletti e Mateus Monteiro), figurinos (Fábio Namatame) e trilha sonora (L. P. Daniel). Em 2018, Lenate volta trabalhar com o diretor Zé Henrique de Paula, integrando do elenco de duas montagens sob sua direção: “1984”, baseado no romance homônimo de George Orwell e “Dogville”,baseado na obra cinematográfica de Lars Von Trier. Em 2019, em parceria com Erica Montanheiro, estreou o projeto “Balada dos Enclausurados”, composto pelos solos “Inventário”– escrito e atuado por Erica, com direção de Lenate – e “Testemunho Líquido”– escrito e atuado por Lenate e dirigido por Erica. Balada dos Enclausuradosfoi eleito pela revista Veja SP como o “espetáculo do ano” e Lenate foi indicado ao prêmio APCA 2019 de melhor ator por sua atuação em “Testemunho Líquido”. Em 2022, estreou “Misery”, espetáculo baseado na obra de Stephen King, que cumpriu temporadas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Este trabalho recebeu 5 indicações do Prêmio Bibi Ferreira 2022 – melhor peça (WB Entretenimento), direção (Eric Lenate), atriz (Mel Lisboa), ator (Marcello Airoldi) e cenografia (Eric Lenate) – e 2 indicações ao prêmio Cenym 2022 – melhor cenário (Eric Lenate), montagem (Eric Lenate), recebendo os prêmios de melhor qualidade técnica (Aline Santini e Eric Lenate) e trilha sonora (L. P. Daniel).

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