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WORKSHOP PRESENCIAL - SÃO PAULO

DIREÇÃO DE ARTE EM CENA

com

Vera Hamburger e professores convidados

De 07 de agosto a 11 de dezembro

Quartas das 19h às 22h

Sobre

Vera Hamburger, diretora de arte e cenógrafa de algumas das mais emblemáticas obras da produção audiovisual brasileira - como Carandiru, Ó paí ó, Hoje, Deus é brasileiro, Castelo Ra-tim-bum - o filme - coordena e ministra este curso online e ao vivo, para quem tem interesse em trabalhar com Direção de Arte e Cenografia e em se aprofundar no universo cinematográfico.


O curso tem como objetivo oferecer uma visão completa sobre o universo da direção de arte cinematográfica, aprofundando aspectos essenciais para a compreensão desta função, sua abrangência na concepção de um filme, e o desenvolvimento de projetos em cada uma das áreas envolvidas em sua realização.


O programa abordará o processo de trabalho nas diferentes áreas envolvidas na concepção e realização do universo visual dos filmes: direção, direção de arte, direção de fotografia, cenografia, figurino, maquiagem e efeitos especiais. Para isso Vera Hamburger convida  renomados profissionais da produção cinematográfica contemporânea brasileira.


A partir da prática com o cinema, os artistas e professores convidados irão discutir conceitos e métodos de trabalho, desde a análise do roteiro ao produto final, assim como as matérias e ferramentas disponíveis à sua construção e as relações que se estabelecem entre os departamentos para a elaboração do universo visual da obra.



Professores:

  • Vera Hamburger

  • Eliane Caffé

  • Anna Van Steen

  • Jacob Solitrenick

  • Verônica Julian

  • William Valduga

  • Henrique Morais

  • Marcelo Siqueira

  • Juliana Di Grazia

  • Izabel Rainer

  • Waltinho Magalhães

  • Raimo Benedetti

  • Nina  Simão


Informações

Carga horária: 57h, em 19 encontros de 3h


Público Alvo: Dirigido a profissionais, estudantes, pesquisadores e atuantes das artes cênicas, plásticas, gráficas, audiovisuais, visuais e Arquitetura.


Endereço: Rua Barra Funda, 519 - Barra Funda

Investimento

4x R$660 ou à vista R$2.510


- à vista via PIX com 5% de desconto

- em 4x sem juros ou em até 12x com as taxas do cartão

Vera Hamburger e professores convidados

Vera Hamburger, arquiteta formada pela FAU USP, atua como diretora de arte e cenógrafa desde 1985 em teatro, exposições e principalmente no cinema. Colaborou em filmes como Carandirú; Castelo Ra tim bum, o filme; Sequestro Relâmpago e séries como Filhos do Carnaval (HBO); Destino Salvador (HBO) e Black Mirror – Striking Vipers (Netflix), entre outros, tendo sido repetidamente premiada. Paralelamente dedica-se à pesquisa e ensino sobre a matéria, tendo feito o Mestrado em Artes Cênicas na ECA USP, e, atualmente cursando o doutorado na FAU USP. É autora do livro “Arte em Cena, a Direção de Arte no Cinema Brasileiro”, Editora Senac e SESC, 2014, pelo qual ganhou o Prêmio Jabuti 2015. É, também, curadora do website Flávio Império.


Jacob Solitrenick, premiado diretor de fotografia de ficção, documentário e publicidade, fotografou mais de 30 longas, 10 séries e 10 documentários, sem contar os filmes publicitários. Fez ainda na faculdade seu primeiro estágio em cinema, sua grande paixão. Começou como produtor de set e de arte, assistente de câmera e estreou como diretor de fotografia no longa-metragem Latitude Zero. Trabalhou com diretores como Tata Amaral, Daniel Augusto, Ana Luiza Azevedo, Lina Chamie, Jorge Furtado, Marcos Jorge, Lúcia Murat, Anna Muylaert, Caru Alves de Souza e Carlos Reichenbach. A série Cantoras do Brasil teve Jey como diretor. Ampliando suas competências, dirigiu e fotografou as temporadas 3, 4, 5 e 6 da série para o Canal Brasil. Cantoras do Brasil venceu o 5º Fymti Festival y Mercado de Televisión Internacional de Buenos Aires como Melhor Programa de Entretenimento, ganhou Melhor Som e foi finalista duas vezes de Melhor Fotografia do Prêmio ABC para Séries de TV.


Izabel Rainer é designer gráfica com foco no audiovisual. Atualmente realiza trabalhos para filmes e séries, como membro da equipe de arte, na fase de produção e filmagem - Filmes: Sequestro Relâmpago (2018), O Amor dá Trabalho (2019) / Séries: Black Mirror (2019), Coisa Mais Linda (2019), Irmandade (2019), entre outros.

William Valduga atua há mais de dez anos no mercado de cinema, televisão e publicidade. Graduado em Audiovisual pela UNISINOS- RS e discidente em Arquitetura e Urbanismo na Uniritter -RS. Como cenógrafo e assistente de arte, participou de diversos longas, entre eles: Os Homens são de Marte… E é pra lá que eu vou (direção de Marcos Baldini); Cabeça a Prêmio (direção de Marco Ricca), Como Nossos Pais (direção de Laís Bodanzky) e Sequestro Relâmpago (direção de Tata Amaral). Em séries de TV, integrou a equipe de Arte das quatro temporadas de Psi (HBO); Doce de Mãe ( TV Globo); Coisa Mais Linda (Netflix – segunda temporada); e A História do Amor (TV Globo). Como diretor de arte assinou os longas Rasga Coração (direção de Jorge Furtado), Aos Olhos de Ernesto ( direção de Ana Luiza Azevedo).


Juliana Di Grazia é Graduada em História (PUC) e Pós-Graduada em Cinema Documentário (FGV).  Atualmente mestranda do programa transdisciplinar de Estética e Historia da Arte na USP, desenvolve aspectos de uma metodologia de pesquisa em arte a partir de analise fenomenológica da percepção dos objetos. Pesquisadora, conteudista, documentarista e principalmente Produtora de Objetos e Decoradora de Cena (set decorator) para projetos de ficção em series como Cidade Invisível, Carcereiros, Unidade Básica de Saúde e Gigantes do Brasil. E em longas-metragens como Hebe – a estrela do Brasil; Albatroz; Califórnia; Carcereiros; Somos tão Jovens, Tudo o que aprendemos Juntos; Os Amigos; As Boas Maneiras; entre outros... É pesquisadora da relação entre objetos e memoria, seus dispositivos disparadores de percepção quando apresentados em correlação. Ministra a disciplina “Produção de Objetos e Decoração de Cena” como professora convidada na Pós Graduação de Direção de Arte do SENAC. É membro do conselho da APODEC – Associação dos Produtores de Objetos e Decoradores de Cena de São Paulo.


Henrique Morais, paulistano, apaixonado por boas histórias. Antes do cinema, trabalhou com marketing e com fotografia. Atua há mais de quinze anos como produtor e coordenador de arte. Passou pelas redações de revistas importantes como Casa Cláudia e Casa & Jardim. Atuou em filmes publicitários e peças de teatro. Há quase dez anos intensificou o trabalho com audiovisual. Trabalhou em produções como Turma da Mônica – Lições; Turma da Mônica – Laços; Black Mirror – Striking Vipers; De Onde Te Vejo; Joaquim; Que Horas Ela Volta; entre outros.


Verônica Julian é figurinista desde os anos 90. Iniciando no cinema independente e em várias campanhas publicitárias como C&A. Em 1999, assinou seu primeiro longa Metragem Castelo Ratimbum.  Trabalhou em produções de séries, cinema, musicais, teatros e óperas, como: Som e Fúria (Globo), Felizes Para Sempre (Globo), 3 Theresas (GNT), Irmandade (Netflix) e 1ª e 2ª temporadas Coisa Mais Linda (Netflix), Bingo O Rei das Manhãs, Pedro Malasartes e o Duelo com a Morte, Xingu, Somos tão Jovens,Vips, Lazarus, Tragédia Latino Americana, AV. Dropsie, Alma Boa de Setsuan, Fim, Rigolleto, Pescador de Pérolas, Violanta e Tragedia Florentina.


Marcelo Siqueira é diretor em efeitos visuais. Começou sua carreira na área audiovisual aos 15 anos, se destacando com editor de imagens. Desde 1994, fazia parte do Grupo Casablanca, em 1998  foi convidado a desenvolver a TeleImage, núcleo de entretenimento do grupo. Em 2011 deixa a direção do grupo Casablanca para montar sua própria companhia, a MISTIKA, uma casa pós produtora e com foco em Efeitos Visuais exclusivamente para projetos audiovisuais de entretenimento. Sica atua em projetos como produtor de efeitos visuais sendo seu último projeto a macrosérie Jezabel para TV record. Em 2010 foi o vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, pelos efeitos visuais do longa­metragem Besouro, de João Daniel Tikhomiroff. Em 2016 foi o vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro com o fime Pequeno Segredo, de David Schurmann, e em 2018 com o filme O Grande Circo Mistico de Carlos Digues.


Raimo Benedetti, brasileiro, natural da Finlândia, vive e trabalha em São Paulo. Estudou Cinema e Vídeo na Universidade de São Paulo. Videoartista, montador de filmes cinematográficos e pesquisador independente. Como montador de filmes cinematográficos, atua principalmente em projetos que necessitam um maior esforço criativo na ilha de edição. Por essa razão empresta seus serviços normalmente para filmes de não ficção como documentários, filmes experimentais, exploratórios, reportagens. Ganhador de prêmios de melhor montagem em festivais como Gramado, Guarnicê e É Tudo Verdade. Sua proximidade com as artes visuais o qualifica para trabalhos ligados ao cine e videoinstalação, videomapping, filmes de artista e derivados.



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