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DIREÇÃO DE ARTE CINEMATOGRÁFICA

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Vera Hamburger

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Cacá Carvalho

Vera Hamburger, arquiteta formada pela FAU USP, atua como diretora de arte e cenógrafa desde 1985 em teatro, exposições e principalmente no cinema. Colaborou em filmes como Carandirú; Castelo Ra tim bum, o filme; Sequestro Relâmpago e séries como Filhos do Carnaval (HBO); Destino Salvador (HBO) e Black Mirror – Striking Vipers (Netflix), entre outros, tendo sido repetidamente premiada.


Paralelamente dedica-se à pesquisa e ensino sobre a matéria, tendo feito o Mestrado em Artes Cênicas na ECA USP, e, atualmente cursando o doutorado na FAU USP. É autora do livro “Arte em Cena, a Direção de Arte no Cinema Brasileiro”, Editora Senac e SESC, 2014, pelo qual ganhou o Prêmio Jabuti 2015. É, também, curadora do website Flávio Império.


Jacob Solitrenick, premiado diretor de fotografia de ficção, documentário e publicidade, fotografou mais de 30 longas, 10 séries e 10 documentários, sem contar os filmes publicitários. Fez ainda na faculdade seu primeiro estágio em cinema, sua grande paixão. Começou como produtor de set e de arte, assistente de câmera e estreou como diretor de fotografia no longa-metragem Latitude Zero. Trabalhou com diretores como Tata Amaral, Daniel Augusto, Ana Luiza Azevedo, Lina Chamie, Jorge Furtado, Marcos Jorge, Lúcia Murat, Anna Muylaert, Caru Alves de Souza e Carlos Reichenbach. A série Cantoras do Brasil teve Jey como diretor. Ampliando suas competências, dirigiu e fotografou as temporadas 3, 4, 5 e 6 da série para o Canal Brasil. Cantoras do Brasil venceu o 5º Fymti Festival y Mercado de Televisión Internacional de Buenos Aires como Melhor Programa de Entretenimento, ganhou Melhor Som e foi finalista duas vezes de Melhor Fotografia do Prêmio ABC para Séries de TV.


Izabel Rainer é designer gráfico com foco no audiovisual. Atualmente realiza trabalhos para filmes e séries, como membro da equipe de arte, na fase de produção e filmagem - Filmes: Sequestro Relâmpago (2018), O Amor dá Trabalho (2019) / Séries: Black Mirror (2019), Coisa Mais Linda (2019), Irmandade (2019), entre outros.


Tata Amaral é uma das mais talentosas e premiadas realizadoras da cinematografia brasileira recente. Com seus longas metragens, conquistou quase 70 prêmios em festivais nacionais e internacionais. A diretora e cineasta também se destaca pela experimentação e pela originalidade de seus trabalhos. Dirigiu longas premiados como: Um Céu de Estrelas (1996), Através da Janela (2000), Antônia (2006),  Hoje (2013), Trago Comigo (2016). Dirigiu as séries de documentários Rua! (2013) para a Secretaria Municipal de Direitos Humanos de São Paulo e Causando na Rua (2016) para o canal CINEBRASiLTV. Também dirigiu episódios para a 2ª e 3ª temporadas da série de TV original da HBO Brasil, Psi (2015-2016). Em 2018, Tata Amaral lançou o longa, Sequestro Relâmpago. Produziu também a 2ª temporada da série Causando na Rua. Atualmente, prepara o lançamento da série As Protagonistas, que conta a história do audiovisual brasileiro a partir da produção das cineastas,  escrevendo o documentário Democracia e produzindo a série De Menor baseada no filme homônimo de Caru Alves de Souza.


William Valduga atua há mais de dez anos no mercado de cinema, televisão e publicidade. Graduado em Audiovisual pela UNISINOS- RS e discidente em Arquitetura e Urbanismo na Uniritter -RS. Como cenógrafo e assistente de arte, participou de diversos longas, entre eles: Os Homens são de Marte… E é pra lá que eu vou (direção de Marcos Baldini); Cabeça a Prêmio (direção de Marco Ricca), Como Nossos Pais (direção de Laís Bodanzky) e Sequestro Relâmpago (direção de Tata Amaral). Em séries de TV, integrou a equipe de Arte das quatro temporadas de Psi (HBO); Doce de Mãe ( TV Globo); Coisa Mais Linda (Netflix – segunda temporada); e A História do Amor (TV Globo). Como diretor de arte assinou os longas Rasga Coração (direção de Jorge Furtado), Aos Olhos de Ernesto ( direção de Ana Luiza Azevedo).


Clíssia Morais trabalha há 30 anos com decoração de cenários, como produtora de objetos para cinema, teatro, TV e exposições. Entre seus trabalhos em cinema e tv estão Meu amigo Hindu e Brincando nos Campos do Senhor de Hector Babenco; Ensaio sobre a cegueira de Fernando Meirelles; Prisioneiro da liberdade de Jéferson De; Serra Pelada de Heitor Dhalia; Entre Vales e Montanhas de Phillipe Barsinsky; Onde está a felicidade? de Carlos Alberto Riccelli; Lula o Filho do Brasil de Fábio Barreto;  Hans Staden de Luis Alberto Pereira; Cabra Cega de Tony Venturi; minissérie Alice de Karim Ainouz; minissérie Antônia de Tata Amaral; minissérie Sintonia de Kondzilla e minissérie Segunda Chamada de Joana Jabace. Além disso já fez produções de objetos para exposições, teatros, óperas e musicais.


Henrique Morais, paulistano, apaixonado por boas histórias. Antes do cinema, trabalhou com marketing e com fotografia. Atua há mais de quinze anos como produtor e coordenador de arte. Passou pelas redações de revistas importantes como Casa Cláudia e Casa & Jardim. Atuou em filmes publicitários e peças de teatro. Há quase dez anos intensificou o trabalho com audiovisual. Trabalhou em produções como Turma da Mônica – Lições; Turma da Mônica – Laços; Black Mirror – Striking Vipers; De Onde Te Vejo; Joaquim; Que Horas Ela Volta; entre outros.


Verônica Julian é figurinista desde os anos 90. Iniciando no cinema independente e em várias campanhas publicitárias como C&A. Em 1999, assinou seu primeiro longa Metragem Castelo Ratimbum.  Trabalhou em produções de séries, cinema, musicais, teatros e óperas, como: Som e Fúria (Globo), Felizes Para Sempre (Globo), 3 Theresas (GNT), Irmandade (Netflix) e 1ª e 2ª temporadas Coisa Mais Linda (Netflix), Bingo O Rei das Manhãs, Pedro Malasartes e o Duela com a Morte, Xingu, Somos tão Jovens,Vips, Lazarus, Tragédia Latino Americana, AV. Dropsie, Alma Boa de Setsuan, Fim, Rigolleto, Pescador de Pérolas, Violanta e Tragedia Florentina.


Anna van Steen estudou maquiagem na França em 1984 e desde então vem atuando em produções cinematográficas como “Brincando nos Campos do Senhor”, “Cidade de Deus” “Ensaio sobre a Cegueira”, “Elis”, “Bingo, o Rei das Manhãs”, “Kardec” e diversas séries como “Som e Fúria”, “Amores Roubados” “Coisa Mais Linda” e “Todas as Mulheres do Mundo” e recebeu 13 nomeações e 5 prêmios nos últimos anos.


Marcelo Siqueira é diretor em efeitos visuais. Começou sua carreira na área audiovisual aos 15 anos, se destacando com editor de imagens. Desde 1994, fazia parte do Grupo Casablanca, em 1998  foi convidado a desenvolver a TeleImage, núcleo de entretenimento do grupo. Em 2011 deixa a direção do grupo Casablanca para montar sua própria companhia, a MISTIKA, uma casa pós produtora e com foco em Efeitos Visuais exclusivamente para projetos audiovisuais de entretenimento. Sica atua em projetos como produtor de efeitos visuais sendo seu último projeto a macrosérie Jezabel para TV record. Em 2010 foi o vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, pelos efeitos visuais do longa­metragem Besouro, de João Daniel Tikhomiroff. Em 2016 foi o vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro com o fime Pequeno Segredo, de David Schurmann, e em 2018 com o filme O Grande Circo Mistico de Carlos Digues.

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