Sobre
A ideia do curso é apresentar elementos básicos do "sistema" de Stanislávski de maneira prática, como ferramentas para o trabalho do ator/atriz em cena e na frente da câmera. Aqui, não serão trabalhados aspectos formais do trabalho do ator no teatro ou no cinema, mas sim aspectos íntimos do trabalho do ator com o material dramático e com a preparação de seu próprio aparelho para a criação da "experiência do vivo", em cena ou no set. Algumas perguntas que conduzirão o curso:
- Como eu preparo meu "instrumento-corpo" para a atuação?
- Como mobilizar e treinar a memória das emoções no trabalho sobre um papel?
- O que é a imaginação no trabalho do ator? Como transformá-la em um elemento de criação?
- A cadeia circunstâncias propostas - imaginação - ação: como usá-la?
Informações
Carga Horária: 18 horas, em 6 encontros de 3h
Público Alvo: Atores, atrizes, diretores e diretoras
Endereço: Rua Barra Funda, 519 - Barra Funda
Investimento
5x R$132 ou à vista R$660 (até 14/11 na Cultural Friday 25% de desconto com cupom CULTURAL25)
- em 5x sem juros ou em até 12x com as taxas do cartão
- a partir de 15/11 - 5x R$176 ou à vista R$836
Diego Mosckovich
Diego Moschkovich é diretor de teatro, pedagogo teatral e tradutor. Formado em Artes Cênicas pela Academia Estatal de Artes Cênicas de São Petersburgo (LGITMiK) é doutor em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo com a tese “Para um teatro de paredes móveis: a última de inacabada revolução de Stanislávski”, e mestre em Eslavística pela Faculdade de Letras na mesma Universidade. Pesquisa as heranças históricas de Stanislávski e Meyerhold e recentemente publicou o livro O último Stanislávski em ação: ensaios para um novo método de trabalho (Perspectiva, 2021). Ademais, traduziu e publicou a primeira tradução do russo de Do Teatro, de Vsévolod Meyerhold (Iluminuras, 2012), Stanislávski ensaia, de Vassíli Toporkov (editora É, 2016), Análise-ação, de Maria Knebel (2016, Editora 34) e Stanislávski e o yoga, de Serguei Tcherkásski (editora É, 2019). Foi bolsista e assistente de direção e tradutor no projeto Masters in Residence, do Instituto Grotowski (Wroclaw, Polônia, 2011 - 2012), sob a direção de Anatóli Vassíliev. No Brasil, fez a assistência de direção para Adolf Shapiro nos dois trabalhos realizados com a Mundana Companhia (Tchékhov 4, 2010 e Pais e Filhos, 2012), e para Georgette Fadel em O Duelo (2013). Como diretor, estreou:
◦Caixa, de Stephen Belber, (OC Oswald de Andrade, 2014)
◦Dezembro, de Guillermo Calderón (SESC Consolação, 2015)
◦Huis Clos – A Portas Fechadas, de J. P. Sartre, (Itaú Cultural, 2016)
◦Neva, de Guillermo Calderón (CCSP, 2016), peça ganhadora do III Prêmio Zé Renato de Teatro
◦O corpo que o rio levou, de Ave Terrena, peça ganhadora do IV Prêmio Zé Renato de Teatro (CCSP, 2017),
◦As três uiaras de sp city, de Ave Terrena Alves, peça ganhadora do edital da IV Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do CCSP, também (CCSP, 2018).
◦Villa, de Guillermo Calderón (SESC Pinheiros, 2018).
◦Sarah e Hagár decidem matar Abraão, de Tiago Viúdes, com o coletivo Rainha Kong (TUSP, 2022)
◦E lá fora o silêncio, de Ave Terrena, peça ganhadora do XIII Prêmio Zé Renato de Teatro (SESC Pinheiros, 2022)
◦Coro dos solitários, ou sonhamos ser Robinson Crusoé, de Artur Kon, com a Companhia de Teatro Acidental (Folias/TUSP, 2025).
•Mural da Memória, de Ave Terrena, com o LABTD (SESC Pompéia, 2025).
Desenvolve, ademais, o Laboratório de Técnica Dramática, grupo de estudos e pesquisa sobre a metodologia da Análise Ativa.

OUTROS CURSOS
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